Parece até notícia do Dia da Mentira, mas é verdade: a Apple baixou os preços do iPhone 4 e do iPhone 4S no Brasil.
Com o corte, o modelo desbloqueado do iPhone 4 de 8GB viu seu preço cair de 1.500 reais para 1.100 reais, queda de 400 reais. Já o iPhone 4S (de 16GB) teve seu valor reduzido de 2 mil reais para 1.700 reais.
Para quem puder comprar à vista, é possível obter um desconto de 10% ligando para o telefone 0800-761-0867. Assim, o iPhone 4 pode ficar abaixo de mil reais: 990 reais. Já o 4S sai por 1.530 reais à vista - o pagamento à vista pode ser feito via boleto ou cartão de crédito.
No entanto, as novidades da Apple no Brasil param por aí. Nada de iPhone 5 ou iPad Mini sendo vendidos de forma oficial na loja online da empresa de Cupertino.
Dinheiro de volta
Boa notícia. Segundo o atendimento da Apple, quem comprou um iPhone 4 ou 4S nas duas últimas semanas, pode entrar em contato com o setor de pós-vendas da Apple para solicitar o estorno/devolução do valor a mais pago no smartphone. Esse procedimento só é válido para quem comprou o iPhone 4 ou 4S pela loja online da Apple no Brasil.
Para falar com o setor de pós-vendas, que realiza esse estorno/devolução, basta ligar para 0800-761-0867 e solicitar essa opção.
Há exatamente uma semana, a Samsung anunciava o mais novo carro-chefe da companhia para 2013. O Galaxy S4 chegará ao Brasil em 26 de abril, custando R$2.399 na versão 3G e R$ 2.499 na versão 4G, porém, ainda não foi divulgado oficialmente qual dos processadores embalará o dispositivo por aqui. Agora, o que sabemos é que a concorrência no mercado nacional não será nada fácil para a quarta geração da série Galaxy S, outras fabricantes também entraram de cabeça no segmento High-End em 2013 e vão fazer frente à sul-coreana. Colocamos o Galaxy S4 lado a lado com o Xperia ZQ, Optimus G e Nexus 4, confira o nosso gráfico comparativo.
Dito isso, gostaria de fazer algumas colocações com relação a alguns itens pontuais dos smartphones, mas antes, sinta-se livre para analisar um por um deles na tabela abaixo:
Em relação aos processadores, é inegável que o Galaxy S4 é imbatível, pois é o único que traz a nova geração de chipsets presentes no mercado, em ambas as versões: Qualcomm e Samsung. Porém, vale lembrar que o Snapdragon S4 Pro oferece excelente performance também, mas peca com relação à economia de energia neste caso.
Em relação ao processador presente no Xperia ZQ, Nexus 4 e Optimus G, as diferenças serão sentidas de acordo com ao software presente em cada um deles e o uso dos recursos, bem como aplicativos e a capacidade multi-tarefas de cada um. Também não podemos comparar núcleos e clock dos mesmos, visto que são iguais.
O que é óbvio é que o Galaxy S4 possui uma capacidade incomparável no processamento de múltiplas tarefas, independente do processador.
Confira nosso gráfico comparativo do Galaxy S4 e os smartphones Premium Android e não Android do mercado.
Memória RAM
A memória RAM dos quatro aparelhos é a mesma, porém, isso não significa que, necessariamente, se comportem da mesma forma. A memória RAM está diretamente ligada à velocidade dos aparelho e, logo, podemos dizer que o sistema operacional pode influenciar no aproveitamento dos recursos. Entretanto, como ambos os aparelhos trazem softwares bastante evoluídos, não é dificil dizer que todos rodarão fluídos com 2G de memória sem problemas.
Ainda relacionado à capacidade de armazenamento dos aparelhos, tanto o Nexus 4 quanto o Optimus G saem perdendo nesta corrida, pois não oferecem a possibilidade de expandir a memória do dispositivo. Haja nuvem para eles! Aqui, o Galaxy S4 é imabatível, pois pode chegar a até 128GB de memória (com o uso do cartãoSD).
Câmera
Em relação à câmera dos dispositivos, o Nexus 4 fica bem atrás em termos de lente. Já o Galaxy S4 está cabeça à cabeça com o Xperia ZQ, aqui tudo é uma questão de recursos de câmera, o que pode dar certa vantagem ao GS4 por causa da função Dual Camera.
Sistema operacional e Bateria
Existem poucas diferenças entre as versões do Android que rodam em cada um dos dispositivos. O Galaxy S4 e o Nexus 4 trazem a última versão do sistema operacional da Google, o Android Jelly Bean 4.2.2, a diferença é que com um dipositivo Nexus, as chances de atualizar o aparelho com as últimas funções do software logo que liberada são certas.
No quesito OS, a Sony e a LG podem deixar a desejar, visto que ambas as fabricantes não são conhecidas pela rapidez no update dos seus aparelhos, pelo menos em comparação com a Samsung.
No que toca à bateria dos aparelhos, o Galaxy S4 levanta o troféu, especialmente, porque ambas as versões de seus processadores trabalha com ecconomia de bateria, oferecendo mais autonomia de energia. Agora, em relação ao Xperia ZQ, Nexus 4 e Optimus G, a Sony resolveu ser mais atenciosa com relação ao tempo de uso do aparelho. Porém, que fique bem claro que a bateria esta diretamente relacionada ao estresse de uso do aparelho (multimídia, 3G/4G, jogos, tempo de tela ativa...).
Conclusão
Logo que juntei as informações para esta comparação, já sabia da inevitável superioridade do Galaxy S4, porém, também é inevitável dizer que os aparelhos Premium das fabricantes, com exceção da Google, não chegarão ao mecado nacional, como Xperia Z e LG Optimus G Pro, ou mesmo um dos maiores competidores da nova flagship da Sammy, o HTC One.
Outra questão, precisamos falar do elefante branco na sala: LG. A fabricante coreana está competindo consigo, pois fica claro que, dependendo do valor que o Nexus 4 chegar ao país, o Optimus G poderá encalhar na prateleira do varejo nacional, uma vez que o carro-chefe da LG não oferece grande distância do Nexus 4, smartphone construído pela LG em parceria com a Google.
Ainda não sabemos o valor do Xperia ZQ no Brasil, em termos de smartphones High-End, este me parece ser um dos maiores concorretes para o Galaxy S4 no Brasil. Na minha opinião, os quatro dispositivos são excelentes e trazem recursos exclusivos quando comparados entre si, entretanto, o Galaxy S4 leva o título de smartphone top de linha nesta comparação.
Certamente que esta situação é familiar: Você está em um lugar onde a conexão Wi-Fi é inexistente, o acesso à internet é só a partir de seu smartphone. É o suficiente para fazer algum trabalho e satisfazer nosso vício de Internet, mas se queremos trabalhar com mais conforto existe uma maneira de compartilhar a conexão de internet com outros dispositivos, como um netbook ou tablet. Chama-se tethering e hoje vamos explicar como o pode fazer.
O Tethering trata-se do processo pelo qual um dispositivo móvel, neste caso, um smartphone com acesso à internet é usado como uma ponte para fornecer conexão sem fio a uma rede de dispositivos. Atualmente, todos os smartphones estão equipados com esse recurso.
Como ativá-lo?
O processo é muito simples. Você só tem que seguir os seguintes passos:
1. Vá para Configurações -> Mais -> Ligação ponto a ponto e hotspot portátil.
2. Agora tem que escolher o método que preferir. Pode escolher entre Wi-Fi, modem USB ou modem Bluetooth. Muito provavelmente você quer usar Wi-Fi, portanto, selecione essa opção.
3. Uma vez ativado, podemos configurar. Nesta seção, nós podemos mudar o nome da rede e senha.
4. E, já está! Agora você pode usar uma conexão Wi-Fi em seu computador, laptop ou tablet graças a seu smartphone.
Finalmente, não se esqueça de que você está compartilhando internet da sua tarifa de dados. Portanto, este processo é aconselhável se você tiver uma tarifa de dados ilimitada. Os dados se podem utilizar rapidamente em um computador, especialmente se comecarmos a ver vídeos no YouTube...
Quando um novo dispositivo móvel é apresentado, é inevitável compará-lo com outros smartphones existentes no mercado. Em muitos casos, as comparações são necessárias, mas em outros casos, caímos em uma rotina desnecessária que faz perder tempo precioso, nosso e dos leitores. A utilidade de uma comparação parte do pressuposto de que haverá uma concorrência real ou potencial entre os dispositivos. Agora, se não existe tal, porquê comparar o incomparável? Um exemplo claro é o caso do Samsung Galaxy S4 vs. iPhone 5.
Não, este artigo não é uma comparação com uma tabela. Também não é um artigo em que eu vou fazer demasiados elogios ao novo dispositivo da Samsung, como já foi dito em mais de uma ocasião, a Samsung decepcionou (em parte) com um design e software pouco inovadores. No entanto, não podemos esquecer que o hardware do Galaxy S4, faz com que o novo Samsung se encontre anos luz à frente do iPhone mais recente da Apple, que continua a ser simplesmente um smartphone impressionante.
Processador
A tendência dos processadores quad-core começou no ano passado. O Galaxy S3 foi o primeiro smartphone da Samsung a apostar neles. O Galaxy S4 foi um passo adiante e incorporou o mais recente processador da Qualcomm em uma versão e um octa-core Exynos 5 em outra. Enquanto isso, o iPhone 5 parou nos dois núcleos. Vamos aos fatos: um teste benchmark Geekbench 2, demonstra que o Galaxy S4 &´ duas vezes mais rápido que o iPhone 5.
O Samsung Galaxy S4 apresenta uma tela de 5 polegadas, enquanto o iPhone 5 tem apenas 4. O tema de telas grandes gera sempre opiniões muito diferentes. Do meu ponto de vista, é necessário ter uma tela com mais de 4 polegadas nos dias de hoje. Neste caso, a Samsung conseguiu colocar uma tela grande em um smartphone compacto. Assim, o S4 tem uma tela suficientemente grande para poder ter mais aplicativos e widgets na mesma página, inclusive para ter dois aplicativos abertos ao mesmo tempo e para oferecer uma melhor experiência de jogo e vídeo. O S4 não tem apenas uma tela maior, mas também oferece uma resolução superior. A tela retina do iPhone 5 é um bom display, com 1136x640 pixels a 326 ppi. Mas, a tecnologia vai avançando e quase faz com que a tela do iPhone 5 seja ridícula, quando comparada com a Super AMOLED Full HD de1920x1080 pixels a 441 pixels.
Ao contrário do iPhone 5 que tem uma câmera de 8 MP, o Samsung Galaxy S4 aderiu à moda das câmeras de 13 MP. Além disso, os recursos da câmera do Galaxy S4 faz com que qualquer amador se pareça um profissional. O AndroidPIT destaca a funcionalidade Photo Blur, um recurso que permite você apagar pessoas ou objetos indesejados de uma foto. Incluir tais recursos no aplicativo da câmera de um smartphone, garante que o usuário não precisa baixar apps extra para editar fotos.
Memória
O Samsung Galaxy S4 não só tem o dobro da memória RAM que o iPhone 5, oferecendo uma melhor função multi-tarefa, que se pode traduzir na execução de vários apps ao mesmo tempo ou ter capacidade para ter múltiplas abas abertas no seu navegador, mas também oferece a possibilidade de expandir a memória interna através de cartão microSD.
Outros detalhes...
A todo este conjunto de recursos temos de juntar uns detalhes, como o fato de a bateria do S4 ser removível, tornando possível a troca de bateria em momentos críticos. Outro ponto a ter em consideração é o fato de vir instalado com Android 4.2.2 Jelly Bean, um sistema operacional avançado, seguro e altamente personalizável. Sendo um smartphone Android, este inclui o recurso Google Now, que faz com que a Siri pareça pré-histórica.
Parece que as coisas estão mudando e o iPhone já não é o que era. A Samsung ganha na batalha Galaxy S4 vs. iPhone 5, mas será que ganhará a guerra contra a Apple?
falar por meio de voz e mensagem gratuitamente pela internet (Foto: Gustavo Petró/G1)
Aplicativos gratuitos de mensagens para smartphones já começam a ameaçar a receita das operadoras com SMS e criam uma nova tendência no mercado. Conforme a empresa de pesquisas Ovum, até 2016, as operadoras vão perder US$ 54 bilhões em receitas geradas pelas mensagens de texto (SMS) tradicionais devido à crescente popularidade desses serviços de bate-papo para celular.
Fundada em 2009 por dois ex-funcionários do Yahoo, a empresa WhatsApp criou um dos aplicativos de mensagens mais populares hoje. “Queríamos criar uma alternativa melhor que o SMS. Porque algum dia, muito em breve, todos terão um smartphone”, diz o site oficial da startup. Além do WhatsApp, aplicativos para smartphone do Skype, Viber e Facebook permitem enviar mensagens de texto, áudio, imagem e vídeo por meio do acesso à internet, sem custo nenhum, para outros usuários que também têm a aplicação. A maioria desses serviços está disponível para todos os sistemas operacionais, como Android, iOS e BlackBerry.
Por enquanto, a quantidade de smartphones ou telefones capacitados para suportas essas aplicações ainda é limitada no Brasil. Além disso, para tirar proveito desse tipo de serviço, o usuário deve ter um plano de dados para acesso à internet móvel. Conforme a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), das 258,86 milhões de linhas de celulares ativas no Brasil em setembro, apenas 57,28 milhões tinham suporte à rede 3G.
“Hoje, quem tem smartphone e plano de dados, acaba usando essas aplicações e deixa de ter essa despesa por mensagem. A tendência [...] é que mais pessoas utilizem esses serviços. Com isso, uma receita significava das operadoras vai desaparecer”, diz Luis Minoru Shibata, diretor da consultoria Promon Logicalis.
Contrariando a tendência, o volume de mensagens de SMS vem crescendo na Claro. Segundo Gabriela Derenne, diretora regional da operadora, novos clientes fazem com que serviços “obsoletos” mantenham o ritmo de crescimento enquanto usuários de smartphones aderem aos novos produtos. “Cada vez mais surgem serviços que colocam em cheque os que já temos [...] Mas acho precipitado falar sobre a morte do SMS em um cenário em que ele segue crescendo”, opina.
Segundo Rodrigo Matos, especialista de marketing da Telefônica/Vivo, os serviços de SMS se estabilizaram depois de cinco anos de crescimento. “Hoje, 100% dos terminais são compatíveis com o SMS. Mas chegamos a uma saturação de mercado”, diz. Para Fatima Raimondi, gerente-geral para a América Latina da empresa de mensagens Acision, aplicações como o WhatsApp ainda representam uma fatia pequena ao considerar a quantidade de usuários que têm SMS. “Além disso, quando você usa SMS, você está seguro que a outra pessoa vai receber e que seus dados estão protegidos”, acrescenta.
Mudança de receita
Para continuar lucrando, as operadoras podem substituir as receitas: o cliente que usa WhatsApp vai deixar de lado o SMS, mas precisará gastar mais em dados de internet. “Ninguém contrataria um serviço de quarta geração na telefonia móvel se não houvesse aplicações que exigissem esse tipo de capacidade de rede”, diz Rodrigo Zerbone Loureiro, conselheiro da Anatel. “Isso acaba agregando valor a essa rede de telecomunicações ao mesmo tempo em que abre um campo de negócios tanto para os prestadores quanto para outros agentes econômicos que queiram inovar e prestar serviços novos”, acrescenta Zerbone.
Porém, para Shibata, a receita do SMS não será tão compensada pelo serviço de dados. “[Esses aplicativos] canibalizam uma receita da operadora, que fez o investimento em infraestrutura, que tem uma série de compromissos com o governo e que paga caro pelas faixas de frequência. No fim, elas não rentabilizam por causa essas aplicações”. Segundo o consultor, quem sai ganhando são os desenvolvedores dos aplicativos, que não têm nenhuma dessas obrigações e participam do mercado graças à base de infraestrutura das operadoras. “Se isso não existisse, eles dificilmente teriam algum valor no mercado”, acrescenta.
Shibata acredita que serviços como o WhatsApp poderiam ter sido inventados pelas operadoras, que estavam “mais preocupadas em implementar a infraestrutura”. Porém, elas começam a tirar proveito desse novo mercado. “A Vivo não entende que esses produtos sejam uma ameaça. Na verdade, eles corroboram para a comunicação [...] A Vivo entende que todo mundo precisa se conectar e o WhatsApp é uma das alternativas”, diz Matos. Como respostas a essas aplicações, a Vivo vai lançar até o fim deste ano um novo serviço de mensageria em grupo para tentar reduzir o custo do SMS.
Futuro
“Acreditamos que o usuário quer trocar conteúdo independente da plataforma”, opina Fatima, da Acision, que trabalha hoje para possibilitar que o SMS se comunique com os outros aplicativos do celular. Segundo a executiva, o desafio é permitir que “todo mundo se comunique com todo mundo”. “O desafio é permitir que os usuários consigam interagir por SMS e pelas aplicações como o Facebook”, diz. “No futuro, não será apenas WhatsApp, Facebook e SMS. Haverá uma série de aplicações que a tecnologia permitirá sua integração”, acrescenta.
Seguindo os passos do Galaxy S3 Mini, o Galaxy S4 Mini será lançado em breve pela Samsung. O smartphone será uma versão reduzida em tamanho e configuração se comparado a seu irmão maior anunciado neste mês, o Galaxy S4.
O S4 Mini serve como alento a usuários que preferem um smartphone mais fácil de carregar no bolso, mesmo que as especificações não sejam de ponta. Sua tela será sensível ao toque com 4,3 polegadas -- uma diminuição na diagonal em relação às 5 polegadas do S4.
A performance também deve ser mais tímida. O processador do aparelho terá dois núcleos rodando a 1,6 GHz e as câmeras traseira e frontal têm, respectivamente, 8 MP e 2 MP. Há também leitor de cartão microSD embutido.
A bateria igualmente teve seu tempo de duração reduzido. O corpo de plástico, por outro lado, será mantido no aparelho, bem como no Galaxy S4. O irmão maior está previsto para chegar às lojas em abril e o S4 Mini ainda não tem previsão de lançamento. Fonte. Olhar Digital.
O site do Ubuntu passou a apresentar nesta segunda-feira (18) uma contagem regressiva, que pode aludir ao anúncio da versão para tablets do sistema operacional. A Canonical, empresa desenvolvedora, usou o mesmo modelo de contador no dia que antecedeu o lançamento do Ubuntu Phone, edição do SO para Smartfones.
Contagem regressiva e jogo de palavras fazem referência ao Ubuntu para tablets (Foto: Reprodução)
O anúncio, que deve ser realizado na próxima terça-feira (19), ocorre a poucos dias da liberação do código-fonte do Ubuntu para celulares e das imagens instaláveis do sistema operacional desenvolvidas para o Galaxy Nexus e para o Nexus 4, da LG. A aposta é de que a Canonical venha a público para divulgar seu SO para tablets, a ser construído sobre a versão para telefones.
Ao longo dos anos, usuários do mundo todo conseguiram portar o sistema dos desktops em tablets originalmente desenvolvidos para Android. Contudo, essas adaptações usavam um SO pensado para o uso com mouse e teclado, e não para o comando por toques.
O Ubuntu para celulares deve aparecer nos primeiro aparelhos em outubro deste ano, e acredita-se que ele sirva de base para a versão tablet. Construída do zero, a edição para Smartfones já é desenvolvida com enfoque em comandos via toque e gestos.
E tenho certeza que nem só as meninas estão desejando esse espelho inspirado no Macbook. Ele está à venda no site francês W3SH Store (entregam no Brasil) por 19,95 €, sem o frete.
Já que é um pouco difícil possuir um original, a companhia Flash Rods lançou uma réplica do DeLorean, a famosa máquina do tempo da trilogia de filmes De Volta para o Futuro, e adicionou a vantagem de que ela também é um HD (Hard Drive).
A réplica foi feita na escala 1:18, seguindo fielmente o terceiro modelo do DeLorean, e suas portas e capô são móveis, podendo ser abertos e fechados. O HD nela embutido tem 500 GB de memória e a porta USB fica na traseira do carro.
No site da Flash Rods, a réplica já está à venda por US$ 250,00.
Está disponível na loja do site ThinkGeek um teclado incrível customizado especialmente para Star Wars: The Old Republic, desenvolvido pela BioWare.
Produzido para facilitar o jogo e tornar as lutas e missões muito mais dinâmicas, o teclado, além das teclas comuns, vem ainda com 10 teclas especiais e adaptáveis que permitem que o jogador customize suas habilidades, macros e teclas de atalho para tornar o acesso a essas opções mais rápido e prático. Para deixá-lo ainda mais estiloso, as teclas ão todas iluminadas por luzes de LED e permitem que o jogador customize a cor das luzes escolhendo uma das 16 milhões (!) de cores customizáveis disponíveis.
E um dos elementos mais legais do teclado é a tela touch de LCD que vem acoplada a ele, permitindo que o jogador execute comandos diretamente dela através do toque, acesse informações interativas durante o jogo ou até mesmo mantenha suas conversas nas redes sociais ativas sem precisar trocar de tela no computador.
O teclado pode ser comprado na página do produto no site ThinkGeek pelo valor de US$ 259,99 e eles enviam para o Brasil.
A americana Dell determinou o fim da produção de netbooks, para focar na produção de ultrabooks e similares. A notícia foi divulgada publicamente pelo site Liliputing, que descobriu que a empresa parou de listar netbooks em catálogos enviados a varejistas, além de ter removido os produtos da loja virtual.
Depois da descoberta pelo website, a Dell enviou uma nota à imprensa afirmando que, de fato, descontinuou sua linha de netbooks para focar em notebooks "mais finos e poderosos", como a própria empresa descreveu os ultrabooks, a última moda no mercado de laptops.
Com o fim da linha Dell Mini, a empresa abre espaço para uma nova gama de produtos, mas a grande questão fica por conta dos preços, já que os netbooks da Dell custavam entre US$ 300 e US$ 400, em média, o que agradava os consumidores.
A Sony revelou na última segunda-feira (17) quais são os aparelhos da linha Xperia que vão receber o Android 4.1 (Jelly Bean). Conforme o esperado, os dispositivos lançados mais recentemente pela companhia devem receber a atualização em breve, enquanto outros mais antigos devem ficar restritos à versão 4.0 (Ice Cream Sandwich) do sistema operacional.
Entre os nomes que devem receber a novidade estão o Xperia T, Xperia TV e o Xperia V, que serão atualizados entre fevereiro e março de 2013. Em seguida, o Xperia J, Xperia P e o Xperia GO devem receber o novo software. A terceira leva de produtos a receber o Android 4.1 será constituída pelo Xperia S, Xperia SL, Xperia Acro S e o Xperia Ion.
A notícia não deve agradar a todos os fãs da companhia japonesa, especialmente quem decidiu adquirir o Xperia U, Xperia Miro ou o Xperia Sola, já que esses aparelhos devem continuar presos ao Android 4.0. Segundo a companhia japonesa, funções exclusivas devem ser incluídas em seus aparelhos que receberão o Jelly Bean, porém mais detalhes sobre as novidades que estão sendo preparadas não foram revelados até o momento.
A Microsoft acaba de liberar a versão de testes do Internet Explorer 10 para Windows 7. Vale lembrar que o navegador já esta disponível há algum tempo para quem utiliza o mais novo sistema operacional da companhia, o Windows 8.
A demora, inclusive, estava deixando alguns estúdios irritados, uma vez que a empresa estava limitando os profissionais que trabalham com web, liberando somente versões recheadas de bugs e com funções bastante reduzidas. Com tudo isso, a Microsoft prometeu a chegada dessa versão de testes para a metade de novembro – e cumpriu o trato.
Por isso, a novidade vem para ajudar os desenvolvedores a criar páginas utilizando as novas linguagens do navegador. Além disso, com o programa em mãos, os criadores de sites e aplicações vão se adaptando às novidades visuais do Windows 8. É claro que os curiosos de plantão também podem baixar e conferir como está o visual do novo browser.
Apesar da chegada dessa nova atualização, a Microsoft ainda não divulgou quando é que a versão final do navegador para o Windows 7 estará disponível para download. Clique aqui, caso queira conferir como ficou o programa.
O Tecmundo acabou de noticiar, mas, recapitulando, Steven Sinofsky optou por deixar a Microsoft. O executivo era o presidente da divisão Windows e construiu uma história de mais de 23 anos junto à empresa. Segundo um email mandado pelo próprios executivo aos funcionários, a sua saída é fruto da sua vontade de enfrentar novos desafios.
Para ocupar um cargo tão importante, é muito natural que alguém com muito tempo de casa fosse escolhido, ou seja, um veterano, como Sinofsky. E é aí que Julie Larson-Green entra na história, pois ela foi a escolhida para comandar toda a parte de software e engenharia de hardware do Windows — o que não é pouca coisa.
Mas e quem é ela?
(Fonte da imagem: Reprodução/VentureBeat)
Julie Larson-Green é uma antiga funcionária da Microsoft, que já conta com quase 20 anos de empresa. Ela começou a sua carreira na área da tecnologia depois de se formar em Administração de Negócios e conseguir um emprego em uma companhia chamada Aldus — fundada pelo criador do PageMaker.
Nessa época, Green trabalhava na área de suporte da empresa. Contudo, ela aprendeu sozinha a programar e fez o seu mestrado em Ciência da Computação. Em pouco tempo, ela começou a escrever seus próprios códigos e se tornou a chefe da área de desenvolvimento da Aldus.
Logo da Aldus, primeira empresa na área da tecnologia que empregou Green.
Seis anos depois de entrar no seu primeiro emprego, Green largou tudo para entrar na Microsoft. Ela começou a trabalhar na área de programação de um software chamado Visual C++. Em pouco tempo, ela passou a colaborar com o design de interface da Microsoft, que é a parte do desenvolvimento que leva em consideração como a pessoa vai usar os programas feitos.
Por conta do seu bom desempenho, ela passou para projetos mais importantes e conquistou cada vez mais espaço dentro da Microsoft. A partir de 2005, Green começou a ser uma figura pública, representando a empresa em diversos tipos de evento e construindo a sua carreira como executiva.
A maneira como o Windows é feito pode mudar
Steven Sinofsky era considerado como aquele tipo de chefe rígido e que controla os colaboradores com mãos de ferro. Indo contra esse tipo de comportamento, é bem provável que Julie Larson-Green altere o modo como o trabalho acontece dentro da divisão do Windows.
Segundo depoimentos da própria executiva e o depoimento de outros funcionários da Microsoft, ela acredita que os funcionários devem colaborar uns com os outros — e não entrar em uma competição, como é comum em grandes companhias.
No entanto, há alguns colaboradores da Microsoft que enxergam a entrada da nova “manda-chuva” com olhos cheios de dúvidas. Isso acontece pelo fato de ela priorizar a maneira como as pessoas utilizam os softwares, o que pode dificultar o trabalho dos desenvolvedores ou considerá-lo secundário.
É claro que não há como ter certeza de quais vão ser os resultados, por isso, só podemos esperar para saber o que o que realmente vai acontecer.
Há um ano, o Departamento de Energia dos Estados Unidos firmou um acordo de US$ 97 milhões com a Cray e a NVIDIA para criar o supercomputador mais rápido do mundo. O resultado desse trabalho foi batizado de Titan e, agora concluído, a máquina assumiu a liderança entre os computadores mais potentes do mundo.
O Titan possui nada menos do que 560.640 processadores e alcança a marca de 17,59 petaflops na escala do benchmark Linpack. Esse resultado é superior ao do Sequoia, líder até então, que alcança a marca de 16,32 petaflops. A máquina conta ainda com 18.868 GPUs NVIDIA Tesla K20X. O supercomputador será utilizado pelo governo norte-americano para fins acadêmicos e para estudos de impacto nos próximos anos.
Mídia foi criada em conjunto pela Sony e Phillips, mas caiu em desuso com a chegada do DVD e da distribuição digital.
Por Felipe Demartini em 1 de Outubro de 2012
(Fonte da imagem: iStock)
Há 30 anos, a Sony e a Phillips anunciavam uma das maiores inovações não apenas do mundo da música, mas também do armazenamento e distribuição de mídia. Em 1982, chegava ao mercado o CDP-101, o primeiro aparelho capaz de reproduzir CDs, e o primeiro disco do tipo, 52nd Street, de Billy Joel.
A intenção era clara: substituir os velhos “bolachões” de vinil pelos pequenos discos plásticos. A ideia começou a dar certo e ganhou ainda mais força com a chegada do CD-ROM, em 1985, transformando a mídia não apenas em sinônimo de música mas também de entretenimento. Jogos, aplicativos e todo tipo de conteúdo também passaram a vir no interior dos disquinhos.
Assim como o CD veio para substituir o vinil, porém, a mídia tem caído cada vez mais em desuso. A distribuição digital e o DVD, com maior espaço de armazenamento, têm cada vez mais ganhado o espaço dos velhos discos ópticos. O aniversário de 30 anos, então, é ao mesmo tempo uma comemoração e um adeus.
Já pensou que legal se você pudesse criar livros digitais com o conteúdo que você encontra na internet? Pois isso já é possível e é uma invenção da Wikipédia. O recurso se chama “Book Creator” e você simplesmente escolhe o texto entre os artigos que estão disponíveis no site.
Clicando aqui, você pode habilitar a ferramenta. Depois disso, todos os artigos que você ler vão conter um menu na parte superior da sua tela, com a opção “Add this page to your book”. Clicando nela, você pode criar quantas compilações quiser.
Se você quiser conferir todos os detalhes do processo, basta clicar aqui.
Para atender a previsão de lançar o Windows Phone 8 até o final de outubro, a Microsoft esteve correndo contra o relógio nas últimas semanas. Contudo, de acordo com o site WPCentral, fontes da indústria garantiram que a empresa de Redmond acaba de finalizar o desenvolvimento do seu sistema operacional para smartphones e já o está disponibilizando para as fabricantes parceiras.
Com isso, o planejamento da Microsoft deve ser atendido. É válido ressaltar que o Windows Phone 8, que tem como codinome “Apollo”, tem sido desenvolvido desde 2011 e deve surgir em aparelhos da Nokia, HTC e da Samsung.
Uma das maiores dificuldades dos donos de tablets e smartphones é digitar um email ou uma mensagem de texto mais longa. O teclado virtual ou mesmo um pequeno QWERTY acoplado ao aparelho normalmente não conseguem reproduzir o conforto do acessório original.
Mas agora surgiu um concorrente que pode desbancar até os notebooks: o Virtual Keyboard, da CTV Virtual Technologies. Trata-se de um projetor que é capaz de criar um teclado virtual em qualquer superfície lisa, reconhecendo o toque nas teclas e reproduzindo o que é digitado para o gadget.
Apesar de não ser o primeiro do gênero, esse teclado virtual se destaca pela portabilidade, já que o projetor pode ser usado até mesmo como chaveiro, além de ter bateria de duas horas e ser carregado via USB.
Por enquanto, essa tecnologia ainda não está plenamente desenvolvida, com muito tempo de atraso entre a digitação e a reprodução na tela e pouca precisão no reconhecimento dos toques, mas pode valer a pena arriscar desta vez. O Virtual Keyboard será lançado em 1° de outubro no site da Brookstone por US$ 100 (pouco mais de R$ 200).
Cada vez que uma nova versão de um navegador é lançada, a Google passa a apoiá-la, deixando de desenvolver para o antepenúltimo modelo. No caso do navegador da Microsoft, a partir de agora o Internet Explorer 10 passa a ser o alvo da empresa, enquanto não haverá mais qualquer tipo de desenvolvimento para o Internet Explorer 8.
É aí que se forma uma situação interessante para quem ainda usa o Windows XP: como o sistema operacional não permite que você atualize o seu navegador da Microsoft para além da oitava versão, ou você fica sem os Google Apps (incluindo os pacotes das edições Educational, Business e Government), ou troca para outro programa – e claro que eles recomendam o Chrome.
A decisão será colocada em prática a partir de 26 de outubro, quando o Internet Explorer 10 estiver disponível para download. Até aí, se esse for o seu caso, corra para trocar de navegador ou atualizar o sistema operacional.
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